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Abri as perna

Antes, a expressão tinha quase que apenas conotação erótica, essas coisas de relacionamento sexual. Nego sussurrava, elegantemente, à muié amada: “Benhe, bamo abri as perna?” Ou ela topava ou lhe respondia “cum pedovido”, que é tapa na orelha. Com Fernando Henrique, o Brasil todo começou a “abri as perna”: para o capital internacional, para multinacionais, para o escambal. Com Lula, Brasília passou a “abri as perna” para deputados, senadores, publicitários, os socialistas do lucro fácil. Se fosse em Piracicaba, dir-se-ia que o tal “mensalão” de Brasília aconteceu porque os nego da Prefeitura “abriu as perna”. Acontece.

 

 

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