Fundo do Baú

Padrinho árabe e curueiro

VIVER VIVE-SE VIVENDO (31) Quando precisei de meus comprovantes de curso primário, não encontrei ninguém com o meu nome, confusão…

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A descoberta da morte

 Viver vive-se vivendo (4) Amo Piracicaba também por ter-me acontecido aqui a ressurreição de minha primeira morte. Não sei o…

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A lagarta e a borboleta

Viver, vive-se vivendo (1) Avezinhas canoras, quando aprisionadas, entristecem-se, perdem o canto, morrem. Para não morrer, preciso cantar. E é…

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Casar era um destino

Viver vive-se vivendo (24) Tenho, nestes tempos que me sobram, escrito muito de amores. É-me, porém, uma das conclusões da…

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Guto, o amigo

Viver vive-se vivendo (23) Não saberei dizer quando Guto e eu nos encontramos, quando do surgimento de nossa amizade. E…

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Namoradinha do amigo meu

Viver vive-se vivendo (22) Já quase ao final da primeira década do século 21, como pretender que os jovens, agora,…

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