Quinta-colunas na Unimep.

Sabotar significa destruir de propósito, inviabilizar o uso. E quinta-coluna, tão distante do cotidiano das atuais gerações, foi o nome que se deu, no Brasil, àqueles que traíram os esforços dos aliados, na II Guerra Mundial, colaborando com os nazistas. Eram quinta-colunas desde a Guerra Civil Espanhola. Continuaram quinta-colunas, sabotadores, durante a II Guerra Mundial quando, no Brasil, até submarinos nacionais foram destruídos pela ação dos traidores.

Na Unimep, a ação de Davi Barros já se caracteriza claramente como a de sabotador do espírito e da alma que inspiraram a construção daquela universidade, pois ele inviabiliza, propositalmente, qualquer possibilidade de retorno à normalidade. Davi Barros se coloca, hoje, como “homem infiltrado” nas forças espirituais da Unimep, com a missão de trair, de boicotar, de criar dificuldades, de sabotar, de impedir soluções legítimas quando se impõe pela ilegitimidade. A destruição da honrada Unimep, daquela honrada Igreja Metodista, está sendo acelerada para abrigar uma escolazinha de mercado mantida por uma facção religiosa também de mercado, uma seita de mercado. Davi Barros é o líder e, como sabotador e quinta-coluna, cumpre eficientemente o seu papel.

Ora, não há outro entendimento – por mais boa vontade se tenha, por mais ingenuidade exista – senão o de ser proposital e deliberada a ação destruidora de Davi Barros, quando ele, sem dar importância à lei e a acordos diante de tribunais, inventa portarias e determinações que não passam de provocações, de motivos sempre novos para criar e fomentar crises. Não paga salários conforme o acertado, não respeita acordos, enfrenta o Tribunal como se zombasse da justiça, o que seria natural para a visão de mundo de muitos pentecostalistas, mais realistas do que rei, mais profetas do que os originais, mais iluminados do que a própria luz. Ridiculamente, eles não apenas falam em nome do Senhor, mas agem como se fossem o próprio. Davi, já tivemos oportunidade de observar, perde-se pelo nome.

Mais uma vez, Davi Barros provoca os professores a uma reação, pois, com toda certeza, ele sabe que o corpo docente da Unimep tem uma tradição de dignidade e de luta que não se vence com um tapa. Davi provoca, Davi atiça, Davi estimula, Davi quer o confronto – pois é a guerra que ele pretende e de que ele necessita cada vez mais urgentemente para atingir o propósito agora claro: destruir a “velha” Unimep, para construir a “escola do Davi”, sob o sombrio, patético e lastimável patrocínio da Igreja Metodista.

Deveria ser o Colégio Episcopal da Igreja Metodista e não mais Davi Barros os que precisariam ser chamados pela Polícia Federal, pelos tribunais, pelo ministério público. Pois se a Igreja patrocina e mantém Davi, ela é a responsável e está mais do que passada a hora de dar nomes aos bois, de fazer o jogo às claras, de pedir prestação de contas, de buscar saber do destino de tanto dinheiro de aluguéis e condomínios e, enfim, de dar um basta à zombaria que, agora, desmoraliza até a Justiça. A Unimep é, ou não, uma universidade confessional, filantrópica? Tem um propósito e está apenas no mercado? Se Davi não cumpre acordos, para que acordos? Quem pode levar a sério instituições que não respeitam leis e nem mesmo a própria palavra penhorada?

Há um quinta-coluna dentro da Unimep. Que a sabota, que a inviabiliza. E tem nome.

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