Uma história não contada.

Muitos anos de glória, renome internacional, prestígio invejável, o orgulho de um povo, berço da Magic Paula e de grandes estrelas do basquete brasileiro e de atletas de todos os níveis – lá se vai para o brejo também toda uma história espetacular da Associação Desportiva Unimep. A dirigente Ilda Borges Gonçalves – um ícone esportivo de Piracicaba, a genitora e forjadora das campeãs Paula e Branca – expôs, de público, o seu receio, já conhecido intra muros: a nova direção da Unimep não manterá o apoio à Associação como ocorreu em toda a sua existência.

Mas toda a história não foi contada, que é, na realidade, apenas mais uma página da demolição que Davi Barros aceitou fazer em toda a estrutura da Unimep, incluindo o seu próprio passado. Para a Igreja Metodista de Davi Barros, a memória da Unimep precisa ser apagada, numa mesquinha afirmação de brigas internas, de ciúmes e de vinganças entre grupos. Ilda Gonçalves não revelou de público, fiel a seu caráter sério e responsável, mas a grande verdade é sabida: os representantes de Davi Barros na Associação Desportiva – incluindo o estranho assessor de marketing, um certo Vidigal, especialista em comercialização de assinaturas de revistas impressas nas Minas Gerais – exigiram que se anulasse a eleição que os legitimou como dirigentes, eleição que eles próprios comandaram. O motivo alegado, mas feito de farsas e de mentiras: não sabiam de processos fiscais contra a AD Unimep e temiam que isso os comprometesse pessoalmente.

Farsantes, ainda outra vez. Ilda Gonçalves levou ao conhecimento de Davi Barros que havia um processo de ordem fiscal desde a presidência/Petrin na entidade, sem que se conhecessem ainda valores. E, indignada diante de tanta covardia, chamou às falas os títeres de Davi BArros. Vidigal e sua turma – que, agora, se assemelha a bando – sabia mas fingiu não saber, fugindo a qualquer compromisso sucessório quando se revelou o valor do débito em volta de um milhão de reais. E imediatamente a turma e o bando exigiram a anulação da eleição de si mesmos, quando o mais digno e decente seria terem renunciado. Davi Barros, chamado às falas pela associação desportiva tão gloriosa, tergiversou e, a seu estilo, escapou de assumir qualquer compromisso. Ou seja: o berço de grandes atletas, a associação que levou o nome de Piracicaba e da Unimep a todos os rincões brasileiros, destacando-se em nível internacional já conta os dias para seu desaparecimento, mais uma obra de Davi Barros, que se assemelha tanto a Barjas Negri nas tais “obras concluídas.”

Davi Barros estendeu seus tentáculos à AD Unimep, impôs gente do bando, e abandonou o barco. A Igreja Metodista, de cúpula aliada a figuras tão medíocres, tem mais essa conta a pagar: a morte do berço de Paula, de Branca, de glórias internacionais, para Piracicaba e para a instituição. Voltamos a cobrar da Igreja Metodista: se ela não tem mais compromisso com a História, é hora, também, de se esquecer de Wesley, substituindo-os por Davis, Vidigais, presidentes de Conselhos. Ou, mais pragmaticamernte, pela turma de Edir Macedo, da Universal, que é mais competente.

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