Mulheres atletas e mídia esportiva

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Foto: Reprodução/Getty Images

Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro: entre os atletas, cerca de 45% são mulheres. Na época, a “Gênero e Número” (edição 1 – agosto/16), organização de mídia focada em equidade de gênero, pesquisou a (in)visibilidade das mulheres atletas nos programas e cadernos esportivos.

Análise de dois programas, semanas antes do evento, mapeou: de cerca de 24 horas de transmissão, elas ocuparam menos de três; num total de 359 matérias, apenas 30 pautaram atletas mulheres.

A organização ainda chama a atenção para abordagens que, entende, costumam “resvalar para estereótipos de fragilidade feminina”. Da mesma forma que “a rapidez em fabricar musas é a mesma em sacrificar atletas que não se encaixam em algum suposto padrão de beleza ou feminilidade”.

Boa notícia

A organização também registra, no entanto, efeitos do crescente “empoderamento” feminino, no período entre as Olimpíadas de Londres (Inglaterra, 2012) e a do Rio de Janeiro. Portais de notícias já abordam questões referentes a machismo no esporte, inclusive com consultoria de ONGs feministas. Assim como iniciativas em mídia independente, entre outras, destacam a atuação das mulheres no esporte.

Mulheres Semeadoras de Cultura

O Projeto “Mulheres Semeadoras de Cultura”, do ICEN – Instituto Cecílio Elias Netto, foi composto por um ciclo de palestras e debates, e a publicação de um livro. Com a coordenação da B2 Comunicação, o Projeto contou com o apoio cultural da Caterpillar – por meio da Lei Rouanet, Lei Federal de Incentivo à Cultura. Para conhecer o Projeto, na íntegra, acesse o link: https://bit.ly/2ml0xyf

Venha, você também, semear cultura

Agora, A Província quer ouvir e publicar sua história; conhecer sua experiência; saber quem são mulheres semeadoras de cultura para você – muitas delas anônimas e desconhecidas. Queremos aprender mais sobre o que é semear cultura e investigar a qualidade da semeadura de todos nós. Por isso, convidamos você a, também, fazer parte deste Projeto!

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