Piracicaba que amamos tanto

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Piracicaba que amamos tanto é o primeiro volume de três livros escritos pelo ‘caipiracicabano’ Cecílio Elias Netto em homenagem aos 250 anos da cidade (que serão completados em 1º de agosto de 2017).

A obra, que conta com o apoio cultural das empresas Caterpillar, Cosan e Raízen, foi lançada na Câmara Municipal de Piracicaba em 24 de março de 2015. O livro retrata – em fatos e fotos – a magia e os encantos de Piracicaba, com registros a partir do século 19 até os dias atuais, com o autor narrando, de forma simples, mas ao mesmo tempo opulenta; com linguagem rebuscada, porém espontânea, aquilo que o cidadão piracicabano sente, vê e ouve sobre sua terra, natal ou adotada.

A versificação poética (que poucos escritores conseguem passar) é marca registrada da obra, uma verdadeira declaração de amor a Piracicaba e um precioso presente para a cidade que todos nós amamos tanto.

“Ninguém ama aquilo que não conhece”

O livro Piracicaba que amamos tanto é mais uma das contribuições de Cecílio Elias Netto para que a história, a cultura, o admirável passado da “Noiva da Colina” – e o seu presente fervilhante – sejam resgatados, revividos e apresentados às novas gerações como um tesouro que elas mesmas terão que preservar.

Se houver um conteúdo filosófico nessa pretensão, poderíamos resumi-lo numa só expressão, a de Agostinho de Hipona, o Santo Agostinho: “Ninguém ama aquilo que não conhece”. Uma advertência e, também, um ponto de partida.

Como a juventude poderá amar sua cidade se não conhecê-la em sua história, em suas raízes, em sua épica e heróica caminhada? Como poderão, as novas gerações, cuidar de um relicário se não souber de sua verdadeira sacralidade? Em tempos profanos, a preservação e a recuperação do sagrado é, mais do que dever, missão.

Nesse sentido, Piracicaba que amamos tanto entrega às novas gerações uma verdadeira história iconográfica, com postais, fotos centenárias de pontos turísticos, de escolas, de igrejas, de logradouros públicos, de modos de vida de nossos antepassados. Como ponto de partida, como baliza, como referencial para a construção humanística dessa nova Piracicaba que surge com a era digital.

 

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