14 eleitores decidiam os rumos de Constituição

Em 1858, o Almanach Administrativo Mercantil e Industrial da Província de São Paulo indicava que eram eleitores da cidade de Constituição, os srs Francisco José da Conceição, Emydio Justino d ‘Almeida Lara, Joaquim Luiz da Silva, Salvador de Ramos Correa, Manoel Alves d’Oliveira Doria, Marcelino José Pereira, Manoel Duarte Novaes, Manoel da rocha Garcia, José Bento de Mattos, Antonio Correa Pacheco, Francisco Florencio d’Amaral, Francisco Franco d’Almeida, Affonso Agostinho Gentil d’Andrade e João Morato de Carvalho.

Respondiam pelo ensino das primeiras letras, os professores José Romão Leite Prestes e Ermelinda Rosa de Toledo, atuando como professor particular Joaquim d’Amaral Gurgel. Cuidavam da saúde da população os médicos Hermano Melcht, Otto Rudolfo Cuppher, Alexandre Ganvier, Torquato da Silva Leitão e os boticários Fernando José Pinto da Costa e Domingos de Cerqueira Pinto. No que se refere a questões religiosas, a orientação vinha dos clérigos João José d’Almeida e Francisco d’Assis Pinto Castro, além do vigário José Gomes Pereira da Silva.

Constituição contava, então, 28 lojas de fazendas e ferragens, 12 armazéns de secos e molhados, 43 fazendas de açúcar, 29 fazendas de café, 4 ditas de criar e 6 fábricas de chá.

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