Cavalão de muié

Esse texto foi publicado em fevereiro de 1989 no semanário impresso A Província. Recuperamos para lembrar os 30 anos de atuação em Piracicaba.

João Chiarini era um galanteador. Para toda mulher bonita, tinha um galanteio. Nos anos 60, quando Tônia Carrero, amiga dele, apresentou Entre Quatro Paredes, de Sartre, em Piracicaba, Chiarini foi cumprimenta-la:

– Puta merda, Tônia, ocê continua bunita pra caraio. Ocê tá uma potranca, o maior cavalão de muié que eu já conheci!

Tônia, muito burra, perdeu a amizade. Pensou que era ofensa.

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