Piracicaba recebe o Selo de Município Livre de Analfabetismo

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Ao lado de 206 cidades brasileiras, Piracicaba recebeu o Selo de Município Livre de Analfabetismo, conforme prevê o Decreto nº 6.093 de 24 de abril de 2007- que dispõe sobre a reorganização do Programa Brasil Alfabetizado – PBA, visando a universalização da alfabetização de jovens e adultos de quinze anos ou mais.

O selo é concedido pelo Ministério da Educação aos municípios que atingirem mais de 96% de alfabetização, com base nos dados do Censo Demográfico do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2010.  No Estado, apenas 39 dos 645 municípios paulistas receberam o título.

Segundo a Secretária de Educação Angela Jorge Corrêa, o índice de alfabetização de Piracicaba, conforme o IBGE, é de 96,9% e o recebimento deste Título ratifica o trabalho sério e responsável que o Governo Municipal vem desempenhando de 2004 até agora. “Desde o início do governo, o prefeito Gabriel Ferrato define educação e saúde como prioridades. Nestas duas áreas estão concentrados os maiores percentuais de investimentos de 2013 e de 2014”, disse.

Angela afirma ainda que estamos em um momento histórico, porque o cidadão que não tem como base a educação fundamental tem dificuldade de exercer direitos e deveres e todo brasileiro tem direito à educação.

“Além disso, o cidadão que não estudou tem dificuldade em conseguir um trabalho qualificado e, por conta disso, acaba tendo um menor rendimento financeiro e trabalhando informalmente”, acrescenta.

O Cieja (Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos), por exemplo, é um programa da Secretaria Municipal de Educação de Piracicaba com foco voltado a jovens e adultos que não concluíram o ensino fundamental na idade regular.  De acordo com a coordenadora do Programa em Piracicaba Sanger Ariozo, o Cieja existe há 17 anos e já formou mais de 5 mil pessoas.  Em 2014, são 277 alunos atendidos.

“Alcançamos uma parte da população que não teve acesso aos estudos por vários fatores, como por exemplo, o difícil acesso às escolas, a necessidade de trabalhar desde muito cedo, e até por suas trajetórias sociais e culturais”, explica.

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