Serviços funerários

cemitério

Arquivo

Uma das primeiras empresas funerárias da cidade foi a Libório, do patriarca Euclydes Libório. A história dos serviços funerários em Piracicaba foi tema de uma matéria de destaque no semanário impresso A Província em outubro de 1987.

Existia também a de Laudino de Camargo, à Rua Alferes José Caetano. Na Governador ficava a Fábrica de Caixões Sbrissa. Não se sabe quem estabeleceu uma convenção: a de que todos os enterros subissem a Rua Direita, depois Moraes Barros, talvez por ter o leito carroçável mais conservado. Vem daí também a expressão popular na cidade “subir a Moraes com o pé pra cima”, que significa morrer, bater as botas.

As encomendações dos corpos eram feitas na Catedral de Santo Antonio e nas igrejas de São Benedito e dos Frades. Os cortejos eram seguidos a pé ou por fordinhos bigode ou Chevrolet, ambos de manivela. Havia outra convenção: os coches, puxados por cavalos, eram pretos para os homens, brancos para as mulheres e azuis para as crianças.

 

Deixe um comentário