Auschwitz

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Um vídeo, capitaneado pelo ‘Führer’ (líder/comandante), personagem principal do filme “A Queda”, cuja sinopse mostra os últimos momentos vividos por personagens do alto escalão alemão na segunda guerra mundial, bombou nas redes virtuais tupiniquim, extrapolando divisas, trazendo na mente e nas legendas, o ditado onde “a vida imita a arte”!.. onde personagens da tela  assumiram falas de acontecimentos reais do cotidiano da cidade. Daí, guardadas as devidas proporções, por similaridade, muitos entenderam o recado de terem transformado nosso ‘Parlamento de Leis’, num bunker (espécie de buraco blindado), pois cuidados excessivos com vidros, grades, forças de segurança e até censura da tribuna, removeram o princípio básico de toda uma população; a liberdade!.. pois o apego ao regime, em conjunto suposto, de não terem ainda entendido as falas e recados das ruas, me parece tê-los privado de um outro sentido: – “a visão”. Cegos e surdos por conveniência, exceção feita aos currais eleitorais do sindicalismo, de alguns empresários, dos nativos ‘uai’ e de grupos religiosos contidos em verdadeiros ‘guetos’, a cidade vive hoje, numa espécie de grande campo de concentração, comparado mesmo à Auschwitz, tamanho o autoritarismo e privação de valores lá impregnados, contra os cidadãos fora confinados. Despreparo maior, teve uma personagem da vida real, que por identificação do seu nome na tela, gostou daquilo que viu. Parece, também, que os atores desse ‘estrelato das telas’, ainda não se deram conta do nome do filme: – “A Queda”, pois se de fato a vida imitar a arte, em 2016 esse império acaba. É só esperar pra ver. Até lá, “Heil Führer Johann!” (salve líder…). E quando esse dia, enfim chegar, e sem que haja um novo tribunal de Nuremberg, prometo chorar!.. chorar de tanto rir, ao ver a bandeira da democracia carregada nos braços do povo caipira de volta ao lugar que ela merece. No topo e coração da “Nossa Casa de Leis”, pois hoje, lá, ninguém mais me representa.

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