Engenho Central, presente do Barão de Rezende

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Piracicaba ainda não avaliou a importância de grandes vultos que, durante o Império e o início da República, engrandeceram esta terra. Os barões de Serra Negra e de Rezende estão entre eles, ao lado de Luiz de Queiroz. O Engenho Central – com sua arquitetura majestosa, como que pairando sobre as águas do rio – é uma das obras do Barão de Rezende.

Autorizado a funcionar, por decreto imperial de D. Pedro II, em 1881, a grande obra se tornou famosa em todo o Brasil. Todo o sofisticado maquinário veio da França. E, em 1882, entrava em funcionamento e, poucos anos depois, já como propriedade da Sucrérie Bresiliennes, tornava-se a mais importante produtora de açúcar do País. Vendido, em 1970, a Adolpho da Silva Gordo, o Engenho Central encerrou suas atividades em 1974.

No Engenho, produziram-se, também, os então famosos uísque Park Lane e o conhaque Napoleón. Com o prefeito João Herrmann Neto, teve início a sua aquisição pela Prefeitura Municipal. Ao se transformar num dos principais centros culturais de Piracicaba, o majestoso Engenho Central assemelha-se a uma catedral abrindo os braços para o rio Piracicaba. Em cada tijolo seu, há um pedaço de história. Nele, Piracicaba se imortaliza.

Esses são artigo e foto retirados do livro “Piracicaba que amamos tanto”, de Cecílio Elias Netto. Saiba mais sobre a obra.

 

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