Crônica – quase sempre

“Não posso fazer nada.”

Nem sequer imagino  como, nos próximos séculos, serão qualificadas estas cinco ou seis últimas dezenas de mundo. Conseguimos falar em…

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E o homem mordeu o cão

De fim do mundo, disso ouço falar desde a meninice. Quando a bomba atômica aconteceu, previu-se o fim do mundo.…

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O I(i)nferno de Francisco

Não acredito seja a simples velhice que traga a sabedoria. Pois tem havido, em meu entender, cada vez mais idosos…

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Retorno (2)

Foi um tempo em que a juventude sonhou com mundos novos, com rompimento de tabus, de preconceitos.  Beatles, Elvis Presley,…

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Retorno (1)

Ele nasceu no ano mais dramático da II Guerra Mundial. Ao eco dos sons distantes de fuzis, bombas, granadas. Ao cheiro de sangue, suor e lágrimas

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Mulher

Estamos – Arnaldo Branco Filho, Patrícia Fuzeti Elias (filha querida) e eu – em fase conclusiva do livro “Mulheres, semeadoras de cultura”…

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Vai piorar. E muito!

Há poucos anos – não sei se dois ou três – fui honrado com um convite para uma palestra na…

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Cada um com o seu Pokémon

O nada conhecer é — como sempre, sei lá eu — talvez, a mais bela maneira de viver. Eva e Adão foram felizes em sua ignorância, nas simples e doces alegrias de um jardim. E desgraçaram-se ao comerem um pedacinho do conhecimento, como um fruto desejável.

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“No jardim de um mosteiro”

No seu recolhimento, Bento XVI – mesmo dizendo-se escondido do mundo – haverá de devolver, à humanidade, o verdadeiro e atual sentido de vida contemplativa, que é produtiva sem ser materialista, que é de amor aos homens sem se alhear da tragédia humana. O conhecimento mais revelador brota da contemplação. Mais profundamente ainda, se no jardim de um mosteiro.

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