Piracicaba, a Florença brasileira – belas artes piracicabanas

florença-capaO título de mais esta obra do escritor Cecílio Elias Netto é uma metáfora, conforme explica o autor: “A variedade e a qualidade de nossos pintores e artistas identificaram-nos como naturais e moradores da Florença Brasileira. Não se trata de comparação, ‘como a Florença’, pois isso seria e continuaria sendo mentira. Chamaram-nos de ‘A Florença Brasileira’ para tentar explicar os tesouros artísticos que começavam a brotar do pequeno torrão sertanejo”.

Inexplicável a passagem de tantos gênios da história da arte por Florença e pelo solo toscano. Inexplicável também a presença de talentosos artistas por Piracicaba e região, como Miguelzinho Dutra, Almeida Júnior, Frei Paulo de Sorocaba, Antônio Pacheco Ferraz, Joaquim Miguel Dutra, Tarsila do Amaral, Alfredo Volpi, os irmãos Dutra (Alípio, João, Antônio Pádua e Archimedes), Joaquim Bueno de Mattos, os Thomazi (Ernesto, João, Eugênio, Mário e Alberto), Eugênio Luiz Losso, Ida Schalch, Antônio de Godoy, os Nardin (Paulo, Eugênio e Ermelindo), Manoel Martho, Manoel Lourenço, Joca Adâmoli, Álvaro Paulo Sega, Hugo José Benedetti, Angelino Stella, Clemência Pizzigatti, Renato Wagner, Jairo Ribeiro de Mattos, Eduardo Borges de Araújo e tantos outros registrados neste livro.

Piracicaba, a Florença brasileira – belas artes piracicabanas tem edição trilíngue (português, inglês e italiano)  e contou com o apoio cultural da Caterpillar, Cosan, Mefsa e Raízen.

O livro foi lançado em 06 de maio de 2017, na Capela de São Pedro, no Bairro de Monte Alegre. A escolha do local, no charmoso bairro piracicabano, não foi por acaso: a “capelinha”, que em seu interior possui obras do pintor Alfredo Volpi, é tema de um dos capítulos do livro. Seu projeto arquitetônico foi inspirado na igreja dos Santos Caterina e Prospero, de Bozzano, região da Toscana, Itália, terra natal de seu idealizador, o empresário Pedro Morganti.

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