Cidade sem arranha-céus

Cidade sem arranha-céus

O crescimento vertical de Piracicaba começou no final da década de 1950, com a construção do Edifício Georgetta Brasil, na rua Moraes Barros, iniciativa dos Irmãos Brasil (Paulo, Francisco, Ari), proprietários da então Livraria Brasil. Na década ded 1960, Luciano Guidotti deu maior impulso, construindo o edifício Lúcia Cristina, na rua XV de Novembro, quando já existiam, também, o Hotel Brasil (rua Boa Morte) e o de apartamentos, na mesma rua, ao lado do Colégio Piracicabano. A queda do Comurba, em meados da década de 1960, interrompeu bruscamente o crescimento vertical de Piracicaba, criando síndrome que abalou confianças e investimentos.

A foto, de meados de 1960 (antes da construção do Comurba) mostra uma visão aérea da Piracicaba daqueles tempos, com poucos edifícios verticais, notando-se, em primeiro plano, outra construção de Luciano Guidotti, no prédio de apartamentos da esquina da rua Governador Pedro de Toledo com 13 de maio. Na foto, pode-se observar a preparação do terreno para o projeto do Comurba.

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