Miguel Archanjo Benício de Assumpção Dutra, o Miguelzinho Dutra (5)

Em sua dissertação, Gabriela Camargo analisou as aquarelas de Miguelzinho Dutra. Apesar de seu caráter “artesão”, a obra de Miguelzinho tinha muita originalidade, uma vez que o artista mostrava um espírito independente e livre

Análise das aquarelas de Miguelzinho Dutra

Miguelzinho descobriu, por si só, a técnica da aquarela. Apesar de seu caráter “artesão”, a obra de Miguelzinho tinha muita originalidade, uma vez que o artista mostrava um espírito independente e livre ao lançar seu olhar sobre os costumes, paisagens, tipos e comemorações paulistas em suas andanças pelo interior do estado.

Parte do conjunto da obra de Miguelzinho está o Museu Republicano Convenção de Itu. Mas além dessas aquarelas, existem mais 14 telas que estão em poder de coleção particular e que foram expostas pela primeira e única vez em agosto de 2003, durante os festejos do décimo ano do Salão dos Antiquários em São Paulo. Nessas aquarelas praticamente desconhecidas, veem-se mais registros de paisagens, recantos e cidades do estado de São Paulo. Além de vistas de Itu, estas aquarelas representam também vistas de Guaratinguetá e Mogi das cruzes, Galhambá, Iuri-Mirim e Pindamonhangaba, reforçando o caráter andarilho e desbravador de Miguelzinho Dutra.

Abaixo algumas dessas obras, extraídas do trabalho “Obras Desconhecidas de Miguelzinho Dutra”, de autoria da professora Ruth Sprung Tarasanthci:

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