Interiores do Hotel Central

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A beleza dos interiores do Hotel Central, um patrimônio arquitetônico de Piracicaba destruído para dar lugar a uma garagem suspensa e a um banco. Na foto, balcão interno, do quarto.

As novas gerações não conheceram o Hotel Central, um dos mais majestosos do interior do Brasil, palco de grandes acontecimentos sociais, políticos e, também, passionais. Foi à sua porta que aconteceu a grande tragédia do assassínio do pintor Almeida Jr., que morreu apunhalado pelo primo, num crime que teve repercussão internacional, história de amor, traição, ódio e vingança.

O Hotel Central foi destelhado, da noite para o dia, burlando a lei do tombamento a que fora submeetido. Seu último proprietário, quando o fato ocorreu, era a viúva de Aristides Gianetti, sra.Lídia Maçouh Gianetti, que o vendeu ao Comendador Manoel de Almeida. No lugar de um hotel histórico e de um ponto referência de cultura e arte, surgiu uma garagem vertical e um banco, sinal de que novos tempos haviam chegado a Piracicaba. E piores.

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Balcão de quarto voltado para o jardim de inverno

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Visão interna do quarto, para o jardim de Inverno

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JMFerreira, em reportagem, no saguão do Hotel.

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Sala do café.

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Lavabo, próximo do restaurante

 

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