Depoimento: a Piracicaba de Erich

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Crédito: Lucas Machado

“O que mais me impressiona em Piracicaba é a sua capacidade de construir certa singularidade. Consegue ser diferente, ter linguajar e estilo de vida próprios. Mesmo sob o ataque cultural que sociedades colonizadas como a nossa sofrem no atual estágio do mundo globalizado, onde há homonegeização do modo de vida, a cidade consegue fincar trincheiras de originalidade. Isso é um grande mérito.” (Erich Vallim Vicente, jornalista)

Neste semestre, comemoramos os 250 anos de Piracicaba, dos quais A Província tem registrado mais de 10 em sua versão eletrônica. Há 30 anos também já existia seu formato impresso e, há cerca de 60, o jornalismo de Cecílio Elias Netto – que se dedicou, mais que tudo, a contar a história desta cidade.

Agora,  A Província quer ouvir a “sua história de Piracicaba”, o olhar de cada um sobre o passado, o presente e o futuro da cidade! Envie seu depoimento para o e-mail [email protected], ou registre aqui mesmo nos comentários, com seu nome completo, idade e profissão.

Participe e também faça parte desta história!

2 comentários

  1. Lélio Ferrari Saigh em 14/11/2017 às 08:39

    Cidade maravilhosa, acolhedora e abençoada pela Rio Piracicaba.

  2. Camilo Irineu Quartarollo em 14/11/2017 às 19:43

    Ao se falar de Piracicaba sempre se fala do núcleo urbano, historicamente. A questão é que no núcleo viveram os que tinham posses. Na virada do século XX Piracicaba, terceira cidade do estado de São Paulo com maior número de escravos negros, contava com estes espalhados em derredor, fabricando pães, doces, fazendo pequenos serviços para sobreviver. Os imigrantes vieram e com eles começaram a conviver, a também formar um caldo de cultura. Temos muitos bairros de Piracicaba que ainda ficam à margem da história e historiadores se atêm a nomes, personalidades, bustos – lamentável. Por isso, em meu livro Laços do Sertão tomei atitude diversa, pondo personagens caipiras e imigrantes.

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